Bruno Dulcetti



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    O meu, o seu, o nosso espaço!

    » 30 Gigs liberado

    Falae pessoal, postei há um tempo atrás, sobre um serviço de email, o 30 Gigs, que como já da para ver pelo nome, oferece um webmail com espaço de 30GB. Quando postei o tópico, o site não estava aceitando novos cadastrados, a não ser que tivessem sido convidados.

    Mas agora, depois de um comentário de alguém q não se identificou aqui no blog, percebi que não é mais necessário o convite, pelo menos por enquanto. Eu me cadastrei lá, quem quiser, é só entrar no site que é bem rápido, um formulário bem curto, gostei, nada de baboseiras, somente o importante mesmo.

    Aquele abraço.

    [ 31/jan/2006 às 10:14hrs ] [ Por Bruno Dulcetti ] Comentários 17 Comentários |

    Categorias: Tecnologia

    » Backoffices precisam ser webstandards?

    Estava eu aqui, produzindo, quando de repente me veio essa pergunta na cabeça… Primeiro, para os que não conhecem o termo, Backoffice é o mesmo que o sistema criado para um site, os famosos CMS‘s da vida. Quando você cria um site, vocês tem pelo menos duas opções de atualização de conteúdo de um site: ou você pega o html (ou qualquer arquivo de qualquer linguagem) e coloca este conteúdo, tanto texto, quanto imagens e sobe de novo via FTP. É um modo meio chato, mais trabalhoso e temos também o modo via Backoffice ou CMS, que onde o usuário fica responsável pelo conteúdo exposto no site, sem a necessidade do criador do site fazer a atualização.

    Hoje, acho primordial a utilização dos padrões web na criação de um website. Site dividido por camadas estrutura / estética / funcionalidade, validado pela W3C, tanto html/xhtml quanto css para evitar erros de nomeação, entre outros, fora a rapidez, economia de tempo tanto na criação quanto mudanças e outras inúmeras vantagens que todos aqui devem saber.

    Mas será que vale a pena deixar o Backoffice deste site dentro dos padrões, pelo menos a risca? Antigamente eu fazia o Back via tabela, como só o cliente vai ver, não teria problema, mas depois, com mais amadurecimento dentro dos padrões, percebi que era importante a utilização dos padrões no Backoffice.

    No início, quando ainda nem utilizava o Firefox direito, eu criava os backoffices pro i.e., pois achava que todo mundo utilizava-o, ninguém iria barrá-lo (aff, como pensei nisso ¬¬), criava o backoffice somente pro i.e. e depois quando comecei a descobrir o Firefox, que via a bagunça que ficava, pensei comigo “E se meu cliente começar a utilizá-lo? To ferrado!”. Exatamente isso. Mas depois, coloquei minha cabeça no lugar (ou será que foi a W3C, W3Schools, Tableless, arqHP e afins? :P), comecei a criar como padrão dentro de todos os browsers que tinha acesso.

    Daí pensei comigo: “Pronto, perfeito”, mas depois via que tinham alguns erros no código, entre outros via validador W3C.

    Com isso, veio essa pergunta que foi lhes apresentada no título deste post: “Será que os Backoffices precisam ser webstandards?” Logicamente eu respondo para vocês, mas depois pergunto de novo: “Mas será que precisam seguir tanto a risca? Será que precisamos perder um pouco do tempo precioso nos preocupando com alguns erros dentro de uma área que somente o cliente irá ver? E que o cliente nem vai ter noção que tem erro, somente o validador mesmo?

    Toco em outro ponto, sempre, sites, principalmente portais tem um público-alvo, portais então, com uma variedade imensa. Pessoas com deficiência, pouca coordenação motora, não enxergam muito bem, entre outras coisas. É muito importante investir na usabilidade e acessibilidade nesta hora para tentar agradar ao máximo de pessoas possível. Aí entro no Backoffice mais uma vez, será que vale manter uma regra de usabilidade / acessibilidade rígida para um backoffice? O número de administradores chega a três no máximo por exemplo, com toda aptidão e sem nenhuma dificuldade, aí novamente a pergunta: “Neste caso valeria a pena investir um tempo nesta parte?”, ou você preferiria deixar como está e se por acaso um deles ficar cego, sofrer um acidente grave, você viria com um novo orçamento, dizendo que iria deixá-lo perfeito na acessibilidade?

    Foi apenas um pensamento que pensei em dividir aqui no Blog, para se alguém quiser postar opiniões, críticas, e tudo mais, falar aqui mesmo.

    Eu acho que os Backoffices tem que ser webstandards sim, mas não creio que com tanta perfeição quanto ao site mostrado ao cliente. Seu público alvo é um só algumas vezes, podendo aumentar, mas com um número muito baixo. Acessibilidade? Sim, é uma ótima, mas valeria a pena “labiar” com o cliente sobre tal assunto e tentar colocar algo a mais, pois daria um trabalho. Mas tomem cuidado no argumento, senão o cliente vai pensar que você está de urucubaca pra cima dele, pra ele ficar cego e precisar de sites totalmente acessíveis 😀

    Tirando as brincadeiras, termino aqui. Participe se quiser, espero que seja útil, de repente alguém já tenha pensado nisso. 😉

    Aquele abraço.

    [ 27/jan/2006 às 23:00hrs ] [ Por Bruno Dulcetti ] Comentários 5 Comentários |

    Categorias: Tecnologia,Usabilidade,Webstandards

    » Firefox Turbinado

    Vi agora uma coisa no Firefox muito interessante. Ele tem umas chaves que podem melhorar seu desempenho. É só digitar na barra de endereços do firefox o endereço: “about:config”, sem as aspas lógico, que ele abrirá a lista com as chaves.

    Neste fórum, mostra as funcionalidades de várias chaves.

    Descobri isso no Dicas-L, neste link aqui Turbinando seu Firefox que mostra além do link para o fórum, tem umas modificações em algumas chaves para melhorar o desempenho do seu Firefox.

    Muito interessante, desconhecia esse about: config, estou cada vez mais “apaixonado” pelo FF… hehehehehe…

    Aquele abraço galera…

    às 9:56hrs ] [ Por Bruno Dulcetti ] Comentários 3 Comentários |

    Categorias: Tecnologia

    » Google News

    É… Agora é oficial, nada mais de beta version… O Google lançou oficialmente seu mais novo empreendimento, o Google News. O site, agrega notícias de vários sites instantâneamente, está disponível em 22 regiões e em 10 idiomas.

    Como não poderia deixar de ser, relaciona artigos referentes ao artigo lido no momento.

    Além disso, ele é customizável, pode mudar o título das seções do site, quantidade de notícias para cada seção, entre outras peripércias… 😛

    É o Google chegando mais próximo a dominação do Mundo, pelo menos online :D… Será que o cérebro trabalha na Google? hehehehe

    Aquele abraço

    [ 25/jan/2006 às 14:10hrs ] [ Por Bruno Dulcetti ] Comentários 3 Comentários |

    Categorias: Tecnologia

    » Formulario em PHP

    Estava eu tranquilo, quando Leandro Cunha, camaradassa meu me perguntou sobre como fazer um formulário via PHP. Como estava no meebo e odeio esses IM via browser, achei melhor postar algo no Blog, com isso, posso ajudar possíveis pessoas que tenham dúvidas sobre o assunto.

    É muito simples sua implementação, pra quem já conhece PHP legal, já mexe, isso é mole, mas pro pessoal que tah começando agora, tah no básico ainda, vale ler (eu acho :P)

    Primeira Parte – HTML

    Primeiramente, lógico, vou postar um código html de um formulário (lembrando que não coloquei nenhum estilo pro formulário, isso fica com vocês ok? 😉 ) ver exemplo online:
    <form action="enviar_formulario.php" method="post">
    Nome:<br /> <input type="text" name="nome" />
    E-mail:<br /> <input type="text" name="email" />
    Mensagem:<br /> <textarea name="mensagem" cols="32" rows="8"></textarea><br />
    <input type="submit" value="Enviar" />
    <form>

    Como podemos ver, um simples formulário, muito feio, sem estilo nenhum. Caso queiram modificar, fiquem à vontade, coloquem fieldset, legend, labels, etc… Vou ver se em breve eu crio um tutorial de como criar um formulário estilizado e nos padrões 😉

    Creio que não precise comentar sobre o código acima, todos que estiverem lendo devem conhecer html (pelo menos espero), mas darei uma comentada:

    <form action="enviar_formulario.php" method="post">

    Nesta linha, criei a tag form, essencial, e nela coloquei o atributo action que recebe o a página onde o formulário enviará as informações dispostas nos campos do formulário. A página utilizada foi a enviar_formulario.php, mas o nome fica a critério de vocês, contanto que mude também quando criarem-na ok? 😉

    Nome:<br /> <input type=”text” name=”nome” />

    Um texto Nome:, indicando que o próximo campo é para colocar o nome, um pulo de linha, para o campo vir abaixo do texto e o input que cria o campo de texto chamado nome, que vai ser enviado pelo formulário e o arquivo php receberá como variável.

    E-mail:<br /> <input type=”text” name=”email” />

    Idem ao item anterior, só mudando para E-mail.

    Mensagem:<br /> <textarea name=”mensagem” cols=”32″ rows=”8″></textarea><br />

    Semelhante aos anteriores, mas ao invés de input, é um textarea, para receber mais informações, pois geralmente mensagens são maiores. E nele, têm 32 colunas de largura e 8 linhas de altura.

    <input type=”submit” value=”Enviar” />

    Um input com o botão de envio do formulário. É através dele que o formulário será enviado para a página php setada no action da tag form.

    Espero que tenham entendido essa parte, acho que deu pra dar uma explicadinha legalzinha sobre cada parte. Agora vamos cair dentro do arquivo php.

    Arquivo enviar_formulario.php

    <?php
    $nome = $_POST['nome'];
    $email = $_POST['email'];
    $mensagem = $_POST['mensagem'];

    $msg = "<font face='Verdana' size='1'><b>Nome:</b> \t$nome</font><br>";
    $msg .= "<font face='Verdana' size='1'><b>E-mail:</b> \t$email</font><br>";
    $msg .= "<font face='Verdana' size='1'><b>Mensagem:</b> \t$mensagem</font>";

    $mensagem = "$msg";
    $remetente = "$email";
    $destinatario = "bruno@brunodulcetti.com";
    $assunto = "Tutorial de Formulário BrunoDulcetti.com";
    $headers = "From: ".$remetente."\nContent-type: text/html"; # o 'text/html' é o tipo mime da mensagem
    if(!mail($destinatario,$assunto,$mensagem,$headers)){
    print "falha no envio da mensagem";
    } else {
    echo "<script>window.location.href='obrigado.htm'</script>";
    }
    ?>

    Bom, vamos lá, agora explicarei as linhas desse arquivo:

    <?php

    Linha de abertura de código php, sem isso, nada de php funcionando 😀

    $nome = $_POST[‘nome’];

    Essa linha, a variavel nome é criada e ela recebe o campo de texto nome, que foi enviado via método post pelo formulário, lembra? method=”post no form, agora lembra não é? 😉

    $email = $_POST[‘email’];

    Igual ao nome, mas mudando a variável para email e o $_POST[”] recebe o campo email enviado pelo formulário.

    $mensagem = $_POST[‘mensagem’];

    Igual aos anteriores, mas mudando a variável para mensagem e o $_POST[”] recebe o campo mensagem enviado pelo formulário.

    $msg = "<font face=’Verdana’ size=’1′><b>Nome:</b> \t$nome</font><br>";

    Aqui é criada uma variável msg, onde ela recebe a variável nome, que declaramos e demos o valor à ela anteriormente. A grande sacada e diferença, foi que eu usei uma tag font com a fonte Verdana como fonte padrão e tamanho 1. Fiz somente para o formulário ser enviado com mais estilo, ficar um pouco mais bonito, senão fica aquela fonte padrão feia. Mas isso fica a critério de vocês. E coloquei um br no final, para pular de linha.

    $msg .= "<font face=’Verdana’ size=’1′><b>E-mail:</b> \t$email</font><br>";

    Idêntico ao anterior, mudando somente para variável email e a variável msg recebe o valor anterior mais esse, não sobrescrevendo o valor anterior.

    $msg .= "<font face=’Verdana’ size=’1′><b>Mensagem:</b> \t$mensagem</font>";

    Idêntico aos anteriores, mudando somente para variável mensagem e a variável msg recebe os valores anteriores mais esse, não sobrescrevendo o valores anteriores.

    $mensagem = "$msg";

    Variável mensagem recebendo todo o conteúdo da variável msg.

    $remetente = "$email";

    Variável remetente recebendo a variavel email, que contém o email preenchido no formulário, que aparecerá como o remetente no webmail.

    $destinatario = "bruno@brunodulcetti.com";

    Aqui temos uma variável destinatario, que é onde você colocará o email para onde o conteúdo será enviado.

    $assunto = "Tutorial de Formulário BrunoDulcetti.com";

    Variável assunto, que receberá um assunto especificado por você que aparecerá como título, assunto do email que chegará para você.

    $headers = "From: ".$remetente."\nContent-type: text/html"; # o ‘text/html’ é o tipo mime da mensagem

    Variável headers que será enviado junto com o email, dizendo o mime da mensagem.

    if(!mail($destinatario,$assunto,$mensagem,$headers)){

    Eu poderia pular essa parte, não colocar um if, mas coloquei, para caso dê algum problema no envio, apareça um aviso. Neste if, temos um mail, que é a variável do php de envio de emails feitos por ele. Em ordem, colocamos as variáveis destinatario que é seu email, assunto que é o título, assunto do email, mensagem que é o conteúdo do email enviado pelo formulário e o headers. Neste if ele diz resumidamente “Se (o email naum foi enviado) fazer”. O símbolo de ! significa negação no php e o { significa o início das funções dentro do if.

    print "falha no envio da mensagem";

    Como disse acima, caso o email não seja enviado, apareçe esta mensagem de erro, avisando que houve uma falha.

    } else {

    Aqui temos o fechamento do if, que é simbolizado pelo } e temos o else, que significa “então” e um símbolo de { indicando que haverá outra função ou funções.

    echo "<script>window.location.href=’obrigado.htm'</script>";

    Aqui nós temos a função que redireciona para uma nova página, de obrigado, que vocês podem modificá-la como quiserem, tanto nome, layout, etc. Havendo mudança no nome, modifiquem aqui também para que não haja erro 404.

    }

    Fechamento do else, fechamento definitivo do laço if.

    No geral, traduzindo, seria:
    “Se (o email naum foi enviado) faça”
    “falha no envio”
    “senão (se o email foi enviado corretamente) faça”
    “redirecionamento e obrigado”
    “fim do if”

    ?>

    Aqui temos o fechamento do php.

    Temos esse script funcionando na seção contato do meu site.

    Espero que tenham gostado e que tenha sido de fácil compreensão. Aos avançados, desculpem, mas preferi colocar algo básico agora, pro pessoal que tá começando… Em breve posto algo mais avançado ok?

    Aquele abraço galera.

    às 12:10hrs ] [ Por Bruno Dulcetti ] Comentários 237 Comentários |

    Categorias: Artigos,Tecnologia

    » Web2, web 3, etc

    Estamos vendo por ae várias coisas sober o “boom” que é a web 2.0. Artigos dizendo que é a Revolução da internet, uns mostrando as diferenças da web “antiga” com a web 2.0, vemos também que ela própria já morreu e várias outras coisas… O Alist Apart chegou a postar um artigo sobre o assunto, o chamando de Web 3.0, alertando o pessoal sobre o “boom”.

    Isso no começo acabou confundindo cabeças, desenvolvedores, até diria “viciando” as pessoas nesse termo… E com isso virou uma ótima ferramenta de se ganhar dinheiro… Revistas, Chamadas, Matérias em Portais sobre o assunto, etc… E o pessoal achando que Ajax era revolucionário, que era o lançamento do século na internet (ok, osso estar exagerando, mas é +ou- isso :D).

    E o pessoal acabou acreditando… O pior, é que muitos ainda continuam acreditando nisso… Mal sabem que o famoso ajax já existe há tempos, só que ele AGORA é que está sendo levado a serio, etc…

    Graças a Deus temos posts que dizem isso, que realmente mostram o que é REALMENTE essa tal de web 2.0. O Henrique postou um recentemente muito bom chamado de Web2.0 não significa nada. Me desculpe!, fora o do Carreira Solo que também é excelente, chamado Web 2.0. Não é que morreu ou não exista…é que teimamos em confundir forma com função.

    Focando no Ajax, que mtos dizem ser web 2.0, revolução, etc… Então poderia dizer que o JavaScript é web 2.0 né? Então poderia dizer que a Web 2.0 já existe há muito tempo também não é? Ela só foi agora digamos assim, enxutada, realmente focada e direcionada para a coisa certa (nem sempre).

    Esses trocadilhos acabam sendo apenas ferramenta de Marketing, como foi citado no post do Henrique. A web é web e pronto, nada de versões, nada disso, apenas conceitos como webstandards, microformats, xml, entre outros. Isso sim que devemos nos focar e aprender.

    Se procurarmos algo sobre web 2.0, como produzir em web 2.0, etc caíremos pra Ajax por exemplo, que é igual a javascript e xml, então porque não aprendemos logo isso? Deixem isso de lado, web 2, 3, 4, 5… Deixe esse “boom” passar…

    A web mudou e sempre irá mudar… Em breve veremos outras tecnologias e citaria o Laszlo, que tem futuro, parece ser muito bom trabalhar com isso… É capaz do pessoal chamar de web 2.0 também, 3.0 se der mole… 😀 É só nós acostumarmos com as mudanças, focando sempre na sua parte, mas sempre ficando informado. Saiba sobre usabilidade, acessibilidade, microformats, entre outros, mas se você é webdesigner, foque na criação dos layouts, se você é arquiteto java, se preocupe em aprimorar seus sistemas java… Mas logicamente, como disse, se mantendo sempre informado das tecnologias para não ficar para trás…

    Se você acha que é complicado “programar em web 2.0”, relaxe e esqueça isso… Estruture seu site nos padrões, utilize DOM, XML quando precisar, javascript, AJAX, microformats, etc… Isso já basta para “produzir na web 2.0” 😉

    Aquele abraço e aberto a discussões… Nunca temos pensamentos iguais… 😉

    [ 24/jan/2006 às 12:04hrs ] [ Por Bruno Dulcetti ] Comentários 10 Comentários |

    Categorias: Tecnologia

    » O Retorno

    Falae pessoal. Primeiro queria me desculpar pelo sumisso do Blog, msn, Gtalk, fóruns e afins… Quarta tive que fazer uma cirurgia rápida para arrancar um dos malditos sisos que estava rasgando a gengiva… Mas correu tudo bem, agora to bem tranquilo, tirando o incômodo que foi, uma dor meio chata depois, mas ficou legal…

    Como sexta foi feriado aqui no Rio e arranquei na quarta, fikei de molho de quarta até ontem, nem mexi em micro, nada… Foi bom pra relaxar, esquecer um pouco de trabalho, stress, etc…

    Estou voltando aos poucos, verei se escrevo mais no Blog, ainda não consegui esse ano pegar um ritmo contínuo, mas eu conseguirei 😀

    Queria destacar o site/portfólio de um camarada meu, o Max Dayvson, webdeveloper da Globo.com. O site é todo em Flash, muito bonito, principalmente na parte do guestbook personalizado, que ficou muito interessante o lance dos bonequinhos. Parabéns Maxwell, sucesso pra vc garotim…

    Aquele abraço pra vocês e aguardem que voltarei com novos artigos e tutoriais… 😉

    [ 23/jan/2006 às 16:17hrs ] [ Por Bruno Dulcetti ] Comentários 4 Comentários |

    Categorias: Flash,Pessoais

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    Bruno Dulcetti atuante na área de desenvolvimento web / webdesign e colaborador na área de webstandards pelo Blog BrunoDulcetti.com - blog. Atuante na área desde 2000. Atuando na cidade de Niterói/RJ - Brasil. E-mail: bruno@brunodulcetti.com